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De forma simples: distopia é o contrário de utopia, ou seja, é uma realidade infeliz, opressiva, desesperadora. Esse conceito se popularizou de tal forma nos últimos anos que virou uma realidade de consumo, a ponto de hoje podemos considerar a distopia uma macrotendência.

 Se pensarmos na quantidade de séries, filmes, livros e games que apresentam versões de realidades distópicas, iremos compreender a força que esse conceito tem hoje. Como exemplo, podemos citar a série de TV The Walking Dead, na qual seres humanos sofrem ataques zumbis - esse seria um típico cenário distópico. Nas nossas pesquisas, encontramos cinco tipos de distopia: a governamental ou social; a de controle por alienígenas; a corporativa; a cyberpunk e techno e a pós-apocalíptica.

Esse estudo começou no inicio de 2014, e o exercício era propor um cenário para dois anos a frente. Através dele, percebemos que começou a surgir um apelo midiático para a distopia cyber, e que essa vertente tinha uma relação forte com a virada do século - XX para XXI -  e com a ideia da máquina dominandar o homem. Agora, contudo, a abordagem é um pouco diferente. O cenário distópico que surge modifica a condição humana e põe em cheque questões éticas em relação à interferência da tecnologia em nossas características corporais, sensoriais e até mentais. Criamos um cenário distópico para descrever essas ideias – o CyberOrgânico – que está descrito em nosso trabalho a seguir. Com base nele, chegamos a uma proposta de cores, texturas, formas e padronagens, tendo, é claro, um público-alvo em mente. 

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