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A definição de relações de sexo, em um ser humano, acontece a partir da existência de um aparelho reprodutor e de hormônios especificamente de características femininas ou masculinas. Este ainda é considerado o meio original para compreender se um bebê, ao nascer, pode ser considerado homem ou mulher. O mesmo indivíduo ainda quando criança é preparado pelos seus responsáveis para atender as expectativas da sociedade e, através disto, com o tempo consegue construir o seu papel, representação social e a sua identidade. Mas, atualmente, essa perspectiva vem sendo desconstrída e a moda, claro, se alinha a isso. 

A chamada identidade dos indivíduos está muito baseada no seu gênero, pois, através da diferença sexual esse conceito surge e acompanha o indivíduo por toda a sua vida. 


Visto que as normas sociais e os valores da sociedade são dinâmicos, essas transformações atingem diretamente a compreensão do papel do indivíduo e de quais são suas possibilidades e limitações para que possa viver dentro de um sistema comum. Com isso alguns tabus e  pré conceitos, que antigamente jamais seriam aceitos, acabaram por sobre alterações importantes nos últimos tempos.

 

Moda se genero
A moda como sempre acompanha todas essas evoluções sociais, e vem apresentando uma nova tendência conhecida como genderless, ou seja, uma linguagem de moda sem especificação de gênero. Os estilistas internacionais trouxeram essa novidade através de peças como a calça boyfriend que servem tanto para homens quanto para mulheres, com grande destaque na semana de moda de Milão. A nova coleção masculina da Gucci, criada por Alessandro Michele, apresentou homens com looks de traços femininos, usando batas, rendas, estampas florais, anéis entre outros objetos mais relacionadas ao universo feminino.

 

 

 

Tendo em vista que durante muito tempo as roupas que vestimos foram utilizadas também para definir nossa identidade sexual, nada mais justo que, em tempos de liberdade de gênero, esses julgamentos serem minimizados.