Em breve teremos várias novidades aqui no portal: layout reformulado, conteúdo reestruturado... aguardem!

Foi-se o tempo em que relógio e computador juntos era coisa de ficção científica - ou, no mínimo, item de espionagem presente em filmes da franquia James Bond. Hoje, simultaneidade, informação e produção de conteúdo andam juntos, em dispositivos cada vez mais próximos do corpo humano.

A ideia por trás tanto dos Wearables, como da Internet das Coisas, não é só facilitar informações, mas, também capturar dados do usuário e do mundo ao seu redor. O computador começa aintegrar o corpo, em extensões que, de fato, buscam aumentar nosso desempenho de várias maneiras. Além disso, a perspectiva de consumo é do momento imediato, visto que o acesso é instantâneo. Isso porque o tempo dos Wearables é outro: não é o tempo de estar sentado na frente do computador, não é o tempo de estar digitando no celular… é o tempo da piscada de olhos, ou, da ativação de comando por voz, ou toque. O tempo entre a intenção e a captura de uma imagem, via Weareble, é muito menor. Você está andando e sendo informado de algo que irá interferir na sua agenda pré configurada. Está fazendo outras coisas e capturando imagens e sons, que serão enviados via nuvem para um espaço on line de edição de conteúdo. É uma outra maneira vivenciar a simultaneidade, ampliando mesmo a ideia de mobilidade. 

 

Os exemplos abaixo são alternativas de materialização desses princípios. O primeiro vídeo mostra o Woax. Trata-se de um Wearable elegante - como anunciam os criadores - que permite realizar - e receber - chamadas, bem como receber e enviar mensagens de voz. Sem envolver interação digital com uma plataforma.

 

 

 

Já o segundo vídeo apresenta uma ideia de Wearable que tem a mediação direta do celular, via conexão em rede. Nesse caso, o dispositivo - Thync Anthem - possui dois comandos específicos. Ao escolher um dos comendos, o Wearable em si viabiliza as sensações do comando recebido no usuário. Algo como design e emoção na prática...
 

 

Para quem busca, hoje, pistas sobre o devir, observar esses novos usos - e soluções - permite uma visão do futuro próximo. Muito além da metáfora do ciborg - tão cara na década de 80! - a perspectiva, agora, não é só da experiência da conexão. Mas, de interconexão: usuário, dispositos, redes, conteúdos, dados, informações...